Como utilizar o laboratório de virtualização (II)


Retomando o trabalho onde o deixei, era altura de fazer algumas alterações. O primeiro passo foi a criação de uma outra MV no Hyper-V com o fim de ser utilizada como armazenamento iSCSI alternativo. Consegui isto instalando o Microsoft iSCSI Target 3.3 numa nova MV Server 2008 R2 x64. Criei esta MV com dois ficheiros .vhd; um para o SO e outro para o armazenamento iSCSI e vou agora mostrar os passos necessários para criar e adicionar três novos discos iSCSI ao cluster.
Criação do iSCSI Target:

iSCSI 1

Como utilizar o laboratório de virtualização (I)


Terminei o último artigo nesta série com um cluster completamente funcional montado entre duas máquina virtuais (MV) Hyper-V utilizando uma solução de iSCSI virtual instalada numa MV no Virtual Box como ilustrado na figura seguinte:

Laboratório de Virtualização 1

Antes de prosseguir com o processo de adicionar complexidade ao cenário do laboratório, não se esqueçam de salvaguardar o vosso trabalho; apesar de ser apenas um laboratório isso não minimiza o incómodo de reinstalar tudo em caso de falha. Então, criem snapshots das MVs:

Alta Disponibilidade com Failover Clusters


Antes de seguir para o próximo capítulo na minha série sobre o laboratório de virtualização, acho que esta pode ser uma boa oportunidade para rever algumas das opções de agrupamento (clustering) disponíveis hoje. Vou usar o Windows Clustering Failover Server com Hyper-V, porque no mundo de hoje a tendência é combinar a Virtualização com Alta Disponibilidade (AD).

Há muitas maneiras de implementar estas soluções e os conceitos básicos de design aqui apresentados podem ser adaptados para outras plataformas de virtualização. Alguns deles não garantirão uma solução tolerante a falhas, mas a maioria pode ser usada em situações específicas (mesmo que apenas para fins de demonstração).

Duas máquinas virtuais num servidor físico


Neste cenário, um cluster de AD é construído entre duas (ou mais) máquinas virtuais numa única máquina física. Aqui temos um único servidor físico executando o Hyper-V e duas partições filho em que é executado o Failover Clustering. Esta configuração não protege contra falhas de hardware porque, quando o servidor físico falhar, ambos os nós (virtuais) do cluster falham. Portanto, a máquina física em si é um ponto único de falha (Single Point Of Failure - SPOF).

Duas máquinas virtuais num servidor físico
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